Robert Pirsig (in: "Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas")

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domingo, 3 de janeiro de 2010

OS SUIÇOS E A RELIGIÃO



O texto abaixo, apesar de escrito por um jornalista conservador (de direita - que, em geral sempre adere aos sistemas religiosos...), reflete sobre a decisão do povo suiço em rejeitar os minaretes islâmicos. O ideal seria que se desse continuidade à proibição de construir templos de qualquer religião.



RELÓGIOS E ROUSSEAU

Dizem os cínicos que a Suíça deu duas coisas ao mundo: relógios e Rousseau.
Os cínicos devem acrescentar à lista a grande surpresa da semana: contra
todas as previsões, os suíços resolveram proibir a construção de minaretes
islâmicos no seu espaço nacional. Os minaretes são estruturas
arquitectónicas, em forma de torre, que permitem chamar os fiéis para a
oração.

Não mais. O Partido do Povo da Suíça, a maior organização partidária do
país, resolveu convocar um referendo. E o povo, sempre soberano, rejeitou a
"islamização" do seu espaço público. Em certos cantões, e sobretudo com o
apoio feminino (por que será?), a rejeição foi esmagadora.

A atitude dos suíços horrorizou a Europa e alguns intelectuais de serviço,
disparando da esquerda, acusam os nativos de intolerância extrema. Os suíços
têm ódio e medo perante o estrangeiro, dizem os críticos; e assim se explica
o repúdio da religião islâmica e da sua expressão arquitectónica, uma
atitude incompreensível e até irracional quando sabemos que os muçulmanos
representam 5% da população suíça e são, na sua maioris, procedentes dos
balcãs e da Turquia, e não necessariamente de países árabes extremistas.

Não pretendo contestar a opinião dos críticos. Sou um conservador liberal.
Acredito na separação entre o Estado e a Igreja e, além disso, a liberdade
de culto é condição basilar para qualquer sociedade civilizada. É por isso
que prefiro viver no Ocidente e não, por exemplo, no Islã.

Acontece que, no meio da novela suíça, dois pormenores parecem escapar aos
críticos.

Em primeiro lugar, nenhum deles parece questionar por que motivo os suíços
se organizaram para impedir a construção de minaretes mas não, por exemplo,
a construção de mais igrejas ou sinagogas.

Acusações de racismo servem apenas para iludir a verdade mais
desconfortável: o terrorismo moderno, que teve a sua apoteose com os
atentados de Nova York em 2001, não se pratica em nome da Bíblia ou da
Torah. Goste-se ou desgoste-se, ele é praticado em nome de uma particular
interpretação fundamentalista do Corão. Uma interpretação que muitas
mesquitas na Europa, e sobretudo no Reino Unido, promoveram e promovem
clandestinamente, adulterando uma vocação que deveria ser espiritual, e não
marcial.

Mas existe um segundo pormenor que importa relembrar. Disse no início que a
Suíça legou ao mundo relógios e Rousseau. Deixando de parte os relógios,
fiquemos com Rousseau. Sobretudo com a sua particular concepção de
"democracia direta" (e referendária) que constitui uma das vacas sagradas da
esquerda clássica. Se os estados justos são aqueles onde prevalece a
"vontade geral", não se percebe por que motivo a "vontade geral" dos suíços
horroriza assim tanto os seus herdeiros.

Para quem sempre divinizou a soberania popular, criticar os suíços é coisa
de reacionário.

Fonte:
http://www1. folha.uol. com.br/folha/ pensata/joaopere iracoutinho/ ult2707u659299. shtml

sábado, 2 de janeiro de 2010

NOSSO BORDÃO:



IDE E ESPALHAI A DÚVIDA POR TODA A TERRA (e se existir vida extra-terrestre,..., para todo UNIVERSO também)!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

SOMOS POUCOS, MAS ESTAMOS CRESCENDO!



Aumenta no mundo o número de ateus, agnósticos e os que se dizem sem-religião (NEW YORK TIMES).
Viva o ser humano livre!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

SOBRE O REAL SIGNIFICADO DA PALAVRA "CRENÇA"!



A Islândia se destacou em uma coisa. Quando nos perguntaram em que acreditávamos, 90% disseram: ‘em nós mesmos’. Eu acho que me encaixo nesse grupo. Se me meto em algum problema, não há deus ou alá que vai me salvar. Eu tenho que me virar sozinha.
(Björk)

UM POUCO DE HUMOR: HERMANOTEU NA TERRA DE GODAH

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

DO OBSERVATÓRIO DA LAICIDADE DO ESTADO - OLE



A LAICIDADE NA ORDEM DO DIA

A laicidade do Estado é um processo complexo, que enfrenta antigas e novas barreiras. Em cada momento da história de um país, certas barreiras são definidas como prioritárias na construção da laicidade.

No Brasil, não foi diferente. A luta pela construção da laicidade começou da forma mais elementar, pela conquista da liberdade religiosa, algo nada trivial em um país cujo Estado manteve uma Igreja oficial durante todo o período do Império e proibia a difusão de religiões concorrentes. Não foi fácil para as sociedades religiosas cristãs não católicas obterem permissão para abrir seus templos e praticar seus cultos, mesmo assim, só em recinto fechado. A mudança só ocorreu ao fim do século XIX, com o regime republicano, que determinou a separação entre Igreja e Estado. A secularização dos cemitérios e o casamento civil foram outras conquistas que só a proclamação da República propiciou, para o que foi condição necessária o fim da existência de religião oficial. Além da separação Estado-Igreja, foi também a República que determinou o fim da presença da religião nos currículos das escolas públicas, situação que, entretanto, foi revertida em 1931.

A luta contra a volta da religião ao currículo do ensino público, no primeiro ano da Era de Vargas, pôs os educadores na linha de frente da luta pela laicidade do Estado. Mas, hoje, são os movimentos de mulheres que se posicionam na vanguarda. A partir das lutas pelos direitos sexuais e reprodutivos, principalmente, os movimentos de mulheres despertam outros temas e outras categorias sociais para a relevância da laicidade do Estado na construção de uma sociedade democrática no Brasil.

Conquistada a liberdade religiosa, a secularização dos cemitérios, o casamento civil e o divórcio, a luta pela laicidade do Estado se depara, hoje, com barreiras religiosas difíceis de derrubar. Algumas dessas barreiras são comuns à secularização da Sociedade (veja Laicidade do Estado e secularização da Sociedade). Clique em um deles para acessar a explicação sobre seu significado atual na luta contra as barreiras que estão no caminho da laicidade do Estado:
(IN: http://www.nepp-dh.ufrj.br/ole/posicionamentos3.html )

Tutela religiosa da moral coletiva
Colonização religiosa da escola pública
Constrangimento religioso à produção e difusão do conhecimento científico
Canalização religiosa do voto popular
Ocupação religiosa dos espaços e dos tempos públicos
Concordata Brasil-Vaticano
"Lei Geral das Religiões"

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"UM CONSELHO DE EDUCAÇÃO OBSCURANTISTA!"



"A Democracia implica no reconhecimento da multiplicidade cultural, étnica e religiosa vivenciada em nosso país. A existência efetiva de diferentes grupos, representantes desta multiplicidade, está garantida através da liberdade de poderem manifestar sua religião e sua cultura. Povos, até então marginalizados, são convidados agora a compor nossa matriz cultural como brasileiros e não como simples adereço exótico.
"A convivência em um ambiente onde as relações são reguladas por princípios democráticos proporciona visibilidade a grupos minoritários, tais como: indígenas, quilombolas, homossexuais e outros, não tão minoritários, como os negros e as de mulheres. Lembremos que estas últimas só conquistaram o direito ao voto em 1934. É neste contexto que se encontra em curso a conquista da cidadania, cenário este que acaba por imputar questões até então eclipsadas por uma cordialidade cínica, típica da “Casa Grande”.
"O conhecimento deste processo nos mostra que forças antagônicas operam em seu interior e seus atores ocupam posições conservadoras ou progressistas. A violência, muitas vezes, é resultado destas oposições e empregada como mecanismo de opressão pelo estado, onde a força policial atua como instrumento de resolução desta conflitividade social.
"Mas a violência que gostaria de ressaltar aqui é aquela violência velada, praticada por convenção, como um contrato coletivo e introjetado por determinado grupo dominante no interior da sociedade. Esta violência não tem por objetivo a imolação física do outro e sim o apagamento simbólico deste. Esta forma de anulação simbólica é extremamente perversa, pois promove a aniquilação da presença do outro no universo do imaginário coletivo da sociedade.
"O Conselho de Municipal de Educação de Maringá optou pela prática religiosa específica no início de suas reuniões, mesmo diante de lúcidos protestos de um único membro, a prática foi à votação e pasmem: aprovada por 12 X 1! Ao instituir este tipo de procedimento, o CME fere o Estatuto da Igualdade Racial, ignorando a multiplicidade cultural e religiosa de uma sociedade, a qual tem a obrigação de representar.
"A atitude de ignorar o mosaico religioso-cultural que compõe nossa sociedade possui duas explicações: a primeira é que o conselho, em quase a sua totalidade, desconhece a história da educação, no que tange a sua laicização e desconsidera a multiplicidade de concepções religiosas presentes em nossa cultura: isto é assustador. A segunda é mais assustadora ainda: o conselho entende a concepção judaico-cristã de mundo como universal e, a partir disso, assume uma postura de intolerância religiosa.
"Desta forma, este conselho pactua em torno da anulação simbólica do outro, neste caso: todas as outras convicções religiosas não contempladas nas correntes cristãs. Evidentemente, isto é uma afronta aos princípios democráticos, uma atitude preconceituosa, violenta e obscurantista. Resta-nos uma pergunta: são estas pessoas que decidirão sobre políticas públicas relacionadas à educação em Maringá?"

MARCIO LORIN - ARQUITETO URBANISTA

A CRIAÇÃO DO MUNDO POR CRUMB



Famoso autor de quadrinhos, ícone da contracultura, Robert Crumb ilustra o Gênesis e causa polêmica ao retratar fielmente o Deus das escrituras sagradas: cruel, tribal, patriarcal e genocida
Por Paulo Floro, editor da Revista O Grito!

Alardeado como uma das maiores obras dos quadrinhos já feita, Gênesis, do quadrinhista americano Robert Crumb ganhou o adjetivo de “monumental” e movimentou a mídia mundial. Trata de uma adaptação para as HQ’s do livro da Bíblia que conta a origem do mundo e os primeiros passos da Humanidade na Terra, segundo as escrituras. O livro teve lançamento mundial e ganhou por aqui uma luxuosa edição da Conrad. O que chama atenção é a proposta radicalmente realista de Crumb, ícone da contracultura, atualmente com 66 anos e morando na França. O Deus em seus traços é carregado de raiva, de cabelos e barbas longuíssimas. Cada trecho do Gênesis foi reproduzido fielmente, sem pormenorizar trechos mais crueis, como os dois genocídios cometidos pelo Todo-Poderoso, um durante o Dilúvio que se abateu sobre a Terra e outro quando derramou uma chuva de fogo e enxofre nas cidades de Sodoma e Gomorra. Sem falar nos incestos, sacrifícios e misoginia. “Eu não acho que o Gênesis seja um lugar ideal para se procurar por moral e espiritualidade”, afirmou Crumb em entrevista à agência internacional AP.

Polêmico, o autor preferiu não fazer interpretações próprias do livro, mas teve consciência de que seu trabalho iria incomodar muitos religiosos. Numa das conversas que teve para promover a obra no Brasil, ele disse à jornalista Rosane Pavam que dos judeus ortodoxos ele aguarda a repulsa por ter reproduzido a imagem de Deus. Dos cristãos fundamentalistas, ele espera pelo pior por conta de sua obediência ao texto, muitas vezes modificado, das escruturas. O autor utilizou a tradução recente de Robert Alter e, no decorrer do livro, existem diversas referências e anotações, fruto de muita pesquisa e estudo de Crumb para fazer a obra.

Conhecido por seus trabalhos underground recheados de sexo e drogas, entre eles o gato Fritz e Mr. Natural, causa espanto a fidelidade e por não dizer respeito que o autor teve ao adaptar. Na introdução, chega a se desculpar por ofender os religiosos que lerem o livro. Sua grande sacada é mostrar que, sem escárnio, bastou reproduzir o livro bíblico fielmente para deixar explícito as contradições e idiossincracias que aos nossos olhos, hoje, soam repulsivas. Como contextualizar um Deus tão vaidoso e genocida nas religiões atuais, que, ao menos no discurso pregam justamente o contrário? Desenhando esses acontecimentos, Crumb leva o leitor ao susto diversas vezes. Seu traço está mais contido, menos deformado, mas sem arroubos, ele apresenta um mundo onde Deus age de forma intempestiva, por vezes histérica e extremamente patriarcalista. Está tudo na Bíblia dos cristãos e na Torá dos judeus.

“Se minha interpretação literal e visual do Gênesis ofende alguns leitores, em minha defesa só posso dizer que me aproximei dele como um trabalho meramente ilustrativo, sem intenção de ridicularizar nada nem fazer brincadeiras visuais”, se defende o autor, na introdução da obra. Ateu, Crumb disse que se dedicou a estudar o Gênesis e seus comentários a cada capítulo são fontes importantes para entender como era o pensamento na época em que aqueles textos foram escritos. “É muito primitivo”, afirmou. O projeto foi iniciado em 2005 e só no início deste ano ficou pronto.

No Brasil, os evangélicos e católicos não se manifestaram quanto ao lançamento. Mais por ignorância do que qualquer outra coisa. Mas com certeza não seria a obra ideal para apresentar aos fieis. No entanto, por aqui, a capa foi modificado, optando por um preto mais sóbrio, em oposição à capa original que mostra Adão e Eva sendo expulsos do Éden. A opção teve como intuito conter as reações negativas por parte dos evangélicos.

A HISTÓRIA DOS CRUCIFIXOS NAS REPARTIÇÕES PÚBLICAS



No começo de agosto houve uma ação movida pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (MPF), pedindo a concessão da liminar e estipulando um prazo de 120 dias para a retirada de crucifixos e outras imagens religiosas das repartições federais em São Paulo, alegando que “quando o Estado ostenta um símbolo religioso de uma determinada religião em uma repartição pública, está discriminado as demais ou mesmo quem não tem religião e afrontando a Constituição“. Partindo do pressuposto que o Estado brasileiro é realmente laico, uma medida dessas estaria aplicando essa neutralidade na prática. Assim, da mesma forma que ninguém é obrigado a ver a imagem de um cadáver crucificado preso à parede do congresso, também se impede que sejam levantadas estrelas de david, suásticas ou qualquer outro símbolo pertencente a uma religião ou doutrina em específico.
Como o esperado alguns (já que essa opinião não foi unanimidade dentro da própria igreja católica) representantes de instituições religiosas criticaram tal medida e alegaram perseguição religosa. Não é necessário ser um gênio para imaginar essa ação não ia dar em nada. Porém, foi longe de ser inútil, uma vez que trouxe uma série de considerações e questionamentos sobre o tema. Entre eles:
1) Se abre precendentes para um satanista, por exemplo, pendurar uma cruz de cabeça pra baixo em uma repartição pública sem o direito de ser questionado? Ou será necessário que o Estado reconheça a religião? Caso afirmativo, não seria uma espécie de atitude didatorial esperar do Estado a legitimação do que eu posso ou não seguir?
2) Ao alegar que a contribuição histórica da igreja (auxiliar no fim de tribos indígenas, apoiar a escravidão e a ditadura… enfim, esses momentos marcantes de nossa história) é o suficiente para não questionar a permanência de seus símbolos sagrados/representações/preceitos na organização do Estado nação (estando presente em nossas notas, feriados e até mesmo em nossos partidos), estamos legitimando mais uma vez seu poder político – o que vai de encontro a própria constituição.
(Fonte: http://atoouefeito.com.br/agosto09-duas-demonstracoes-da-laicidade-do-estado-brasileiro.html )

LEMBRETE!!!



Somente num Estado Laico todos os credos religiosos poderiam co-existir. Quem duvida disso vejam os seguintes exemplos:
- AFEGANISTÃO (regime Talebã)
- ESTADO DE SALT LAKE nos EUA (regime cristão - mórmons)
- IRÃ (regime xiita)
Garantir a laicidade é garantir o direito à vida e à liberdade!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DA ESPANHA LANÇA LIVRO DE PIADAS SOBRE RELIGIÕES



Um livro lançado na Espanha por uma fundação ligada ao Ministério da Justiça mistura dois elementos que, juntos, têm alto teor explosivo: humor e religião.

"La Sonrisa Divina" ("O Sorriso Divino", em tradução livre) traz piadas e charges que fazem graça com dogmas católicos, muçulmanos, judeus, maoístas, hinduístas, ateus e evangélicos.

Co-produzido pela Unesco, o livro tem o objetivo de promover o exercício da liberdade religiosa como forma de integração social.

São mais de cem piadas com ilustrações do cartunista espanhol José Luis Martín onde Deus, o profeta Maomé ou Buda são mostrados tentando explicar os erros da sociedade ou em que fiéis e líderes religiosos riem de si mesmos.

Apesar da sensibilidade da tema, o Ministério da Justiça espanhol não teme ser alvo das mesmas ameaças de agressão sofridas em 2005 pelo jornal dinamarquês Jyllands Posten, que publicou uma charge sobre Maomé que causou protestos - muitos deles violentos - da comunidade muçulmana em vários países.

"Não há uma só piada que ridicularize ninguém. O que aparece no livro é uma seleção de histórias escolhidas pelos próprios praticantes dessas religiões", disse à BBC Brasil a assessoria de imprensa da Fundação Pluralismo e Convivência, órgão que pertence ao ministério e edita o livro.

Mesa de bar
Segundo a fundação, a ideia de publicar "O Sorriso Divino" surgiu em uma conversa em mesa de bar durante um congresso de religiosos na Espanha.

De forma espontânea, os representantes de diversas religiões começaram com a brincadeira de contar piadas, cada um sobre sua própria congregação.

Deste encontro, surgiram histórias que abordam com humor os principais tópicos sobre católicos, judeus, muçulmanos, evangélicos e até praticantes da Cientologia.

Sobre o judaísmo há piadas como a de um filho que pergunta ao pai:- O que é a ética?

O pai, comerciante judeu responde: - Vou te explicar, filho. É o seguinte; imagina que uma cliente entra na nossa loja, compra uma calça que custa 50 euros, mas na hora de pagar, se engana, me dá uma nota de 100 euros e vai embora.

- A ética é: conto isso ao meu sócio ou não?

Os católicos são alvo de uma piada que começa com três sacerdotes conversando sobre o problema da invasão de morcegos nas naves de suas igrejas.

O primeiro disse que pegou uma espingarda, atirou nos bichos, mas não acertou em nenhum e ainda ficou com as paredes esburacadas.

O segundo afirmou que botou veneno, espantou os morcegos, mas eles acabaram voltando mais tarde.

Já o terceiro disse rindo: - Eu achei a solução. Batizei todos, os obriguei a ser fiéis e a pagar o dízimo. Nunca mais voltaram!

Para deixar clara sua intenção de tentar usar o humor como fator de integração, o livro é introduzido por textos escritos por teólogos e representantes da Unesco dizendo que o humor é uma ferramenta de autocrítica e que as piadas contadas sem crueldade podem servir para despertar o diálogo e a tolerância.

RISQUE A INSCRIÇÃO "DEUS SEJA LOUVADO" EM NOTAS DE DINHEIRO


Em todas as cédulas de papel-moeda aparece a inscrição "DEUS SEJA LOUVADO". Norte-americanófilos que somos, copiamos a odiosa inscrição (especialmente para um Estado Laico) "In God We Trust" das notas de dólares norte-americanos.

A SOCEPAR resolveu que entrará com ação cívil pública para, não para retirar a inscrição, mas para adicionar outras de todas as divindades que animam a fé e o sincretismo religioso da população brasileira (das maiorias e minorias). Vão aí alguns exemplos:

BUDA SEJA LOUVADO
KRISHNA SEJA LOUVADO
OXUM SEJA LOUVADO
HORUS SEJA LOUVADO
ALÁ SEJA LOUVADO
BRAHMA SEJA LOUVADO
ANUBIS SEJA LOUVADO
RÁ SEJA LOUVADO
ZEUS SEJA LOUVADO
APOLLO SEJA LOUVADO
ABADDON SEJA LOUVADO
ADRAMELECH SEJA LOUVADO
AHPUCH SEJA LOUVADO
AHRIMAN SEJA LOUVADO
AMON SEJA LOUVADO
APOLLYON SEJA LOUVADO
ASMODEUS SEJA LOUVADO
ASTAROTH SEJA LOUVADO
AZAZEL SEJA LOUVADO
BAALBERITH SEJA LOUVADO
BALAAM SEJA LOUVADO
BAPHOMET SEJA LOUVADO
BAST SEJA LOUVADO
BEELZEBUTH SEJA LOUVADO
BEHEMOTH SEJA LOUVADO
BEHERIT SEJA LOUVADO
BILE SEJA LOUVADO
CHEMOSH SEJA LOUVADO
CIMERIES SEJA LOUVADO
COYOTE SEJA LOUVADO
DAGON SEJA LOUVADO
DAMBALLA SEJA LOUVADO
DEMOGORGON SEJA LOUVADO
DIABOLUS SEJA LOUVADO
DRACULA SEJA LOUVADO
EMMA-O SEJA LOUVADO
EURONYMOUS SEJA LOUVADO
FENRIZ SEJA LOUVADO
GORGO SEJA LOUVADO
HABORYM SEJA LOUVADO
HECATE SEJA LOUVADO
ISHTAR SEJA LOUVADO
KALI SEJA LOUVADO
LILITH SEJA LOUVADO
LOKI SEJA LOUVADO
MAMMON SEJA LOUVADO
MANIA SEJA LOUVADO
MANTUS SEJA LOUVADO
MARDUK SEJA LOUVADO
MASTEMA SEJA LOUVADO
MELEK TAUS SEJA LOUVADO
MEPHISTOPHELES SEJA LOUVADO
METZLI SEJA LOUVADO
MICTIAN SEJA LOUVADO
MIDGARD SEJA LOUVADO
MILCOM SEJA LOUVADO
MOLOCH SEJA LOUVADO
MORMO SEJA LOUVADO
NAAMAH SEJA LOUVADO
NERGAL SEJA LOUVADO
NIHASA SEJA LOUVADO
NIJA SEJA LOUVADO
O-YAMA SEJA LOUVADO
PAN SEJA LOUVADO
PLUTO SEJA LOUVADO
PROSERPINE SEJA LOUVADO
PWCCA SEJA LOUVADO
RIMMON SEJA LOUVADO
SABAZIOS SEJA LOUVADO
SAITAN SEJA LOUVADO
SAMMAEL SEJA LOUVADO
SAMNU SEJA LOUVADO
SEDIT SEJA LOUVADO
SEKHMET SEJA LOUVADO
SET SEJA LOUVADO
SHAITAN SEJA LOUVADO
SHIVA SEJA LOUVADO
SUPAY SEJA LOUVADO
T'AN-MO SEJA LOUVADO
TCHORT SEJA LOUVADO
TEZCATLIPOCA SEJA LOUVADO
THAMUZ SEJA LOUVADO
THOTH SEJA LOUVADO
TUNRIDA SEJA LOUVADO
TYPHON SEJA LOUVADO
YAOTZIN SEJA LOUVADO
YEN-LO-WANG SEJA LOUVADO