Robert Pirsig (in: "Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas")

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quinta-feira, 18 de março de 2010

IGREJA DE CRISTO, IGREJA DO AMOR ... (tsc tsc tsc)



Para quem ainda tem dúvidas sobre a periculosidade das religiões, leiam a matéria abaixo:


Uganda estuda impor pena de morte aos gays

Medida foi proposta em Uganda após a visita de líderes cristãos conservadores norte-americanos que oferecem tratamento aos homossexuais

Um projeto de lei propõe impor a pena de morte aos gays de Uganda. Amigos e familiares podem ser condenados a até sete anos de prisão se não informarem a existência de gays às autoridades. Até mesmo proprietários de imóveis poderão ser detidos por alugar casas para homossexuais.
Ativistas dos direitos dos gays dizem que o projeto, que atrai crescente oposição internacional, promove o ódio e pode prejudicar esforços de combate ao vírus HIV. Esses ativistas acreditam que o projeto é parte de um movimento de oposição nacional já que a comunidade gay da África está se tornando mais ativa.
"É uma questão de visibilidade", disse David Cato, que tornou-se ativista após ter sido espancado quatro vezes, preso duas, demitido de seu emprego de professor e exposto nos meios de comunicação porque é gay. "Quando exigimos nossos direitos, eles aprovam leis contra nós".
O projeto atraiu a atenção global de ativistas com várias visões sobre a questão gay. A medida foi proposta em Uganda após a visita de líderes cristãos conservadores norte-americanos que oferecem tratamento para que gays tornem heterossexuais. Porém, pelo menos um desses líderes declarou-se contrário ao projeto, assim como outros conservadores e cristãos liberais nos Estados Unidos.
Ativistas dos direitos dos gays dizem que a lei deve ser aprovada. Mas o projeto está sendo debatido e pode sofrer alterações antes de ser votado. Não foi determinada a data para a votação.
A lei atual de Uganda condena à morte homossexuais ativos que tenham o vírus HIV e estupradores de mulheres. "Criminosos seriais" também podem ser condenados à pena capital, embora a lei não defina o termo. Qualquer um condenado por atos homossexuais pega prisão perpétua.
Qualquer pessoa que "ajude, coopere, aconselhe ou busque outra pessoa para atos de homossexualidade" é condenada a sete anos de prisão se for condenado. Proprietários de imóveis que aluguem quartos ou casas para homossexuais também podem ser condenados a sete anos de prisão e qualquer um com "autoridade religiosa, política, econômica ou social" que não relate casos de violação à lei pode ser condenado a três anos de prisão.
Ativistas gays estão fazendo manifestações em várias partes do mundo contra o projeto. Um protesto foi marcado para quinta-feira em Londres e manifestações foram realizadas no mês passado em Nova York e Washington.
David Bahati, o deputado apoia a medida, disse que encoraja "críticas construtivas" para melhorar a lei, mas insiste que medidas rígidas são necessárias para impedir que homossexuais de "recrutarem" crianças em idade escolar.
"Os jovens do ensino médio copiam tudo do ocidente e dos Estados Unidos", disse o professor secundário David Kisambira. "Um bom número de estudantes foi convertido em gays. Nós ouvimos que há grupos que dão dinheiro para algumas organizações gays em países desenvolvidos para recrutar jovens para atividades gays".
O ministro de Etnias de Uganda, James Nsaba Buturo, disse que a pena de morte provavelmente será revista, mas que a manutenção da lei é necessária para conter a influência estrangeira. Ele disse que a homossexualidade "não é normal em Uganda", uma visão compartilhada por muitos ugandenses.
"Eu acho que o projeto de lei é bom e necessário, mas eu não acho que os gays devem ser mortos. Eles devem ser presos por cerca de um ano e advertidos a nunca fazerem isso de novo. A família está em perigo em Uganda por causa da velocidade em que o vício está se espalhando é espantosa", disse o lojista John Muwanguzi.
Uganda não é o único país que estuda leis antigays. A Nigéria, onde a homossexualidade já é punível com prisão ou morte, considera aumentar as penas para atividades consideradas promotoras do homossexualismo. O Burundi proibiu o relacionamento de pessoas do mesmo sexo e Ruanda estuda essa possibilidade.

(in: http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2009/12/uganda-estuda-impor-pena-de-morte-aos.html )

quarta-feira, 10 de março de 2010

SOBRE O ISLAMISMO ASSASSINO



Polícia irlandesa prende sete pessoas que conspiravam para matar cartunista sueco

A polícia irlandesa prendeu nesta terça-feira (9) sete pessoas suspeitas de conspirar para um assassinato no exterior. De acordo com uma fonte da polícia do país, o alvo era o cartunista sueco Lars Vilks -que desenhou uma caricatura do profeta muçulmano Maomé com corpo de um cachorro em 2007 e fez com que a Al Qaeda oferecesse US$ 100 mil para quem o matasse. As informações são da emissora americana CNN.

A polícia irlandesa não confirmou oficialmente que Vilks era o alvo, mas afirmou que as prisões fazem "parte de uma investigação sobre uma conspiração para cometer um delito grave, ou seja, uma conspiração para o assassinato de um indivíduo em outra jurisdição". Segundo as autoridades, no total, quatro homens e três mulheres com idade entre 20 e 40 anos foram presos em Waterford e Cork.

De acordo com informações da polícia, os suspeitos são originários do Marrocos e do Iêmen, mas vivem legalmente como refugiados na Irlanda.

Na época da caricatura polêmica de Maomé, Vilks afirmou que "deveria ser possível insultar todas as religiões de uma forma democrática".

Os cães são considerados impuros por muçulmanos conservadores, e qualquer representação do profeta é estritamente proibida.

"Essa é uma maneira de expressar as coisas. Se você não gosta, não olhe para ele. E se você olhar para ele, não leve muito a sério", disse em outra ocasião. Segundo Vilks, ele realmente queria provocar uma reação com o desenho na época.

Turbante-bomba

Outra caricatura sobre Maomé é alvo de polêmica. Em 30 de setembro de 2005, o jornal dinamarquês "Jyllands-Posten" publicou o desenho do chargista Kurt Westergard que mostrava Maomé com um turbante em forma de bomba. O chargista recebeu uma série de ameaças após a publicação.

“Minha mulher e eu passamos muito tempo mudando de um esconderijo para outro. Mudando de carro uma vez por semana. Foi intenso. Um período horrível. Sair de casa e não saber quando vai poder voltar é deprimente”, contou ao jornal espanhol El País no mês passado.

(IN:http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/03/09/policia-irlandesa-prende-sete-pessoas-que-conspiravam-para-matar-cartunista-sueco.jhtm )

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

RELIGIOSOS E CORRUPÇÃO: SINÔNIMOS!



Grupo de católicos faz vigília para Arruda na porta da PF
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u694995.shtml )

Um grupo de cinco católicos que se dizem amigos do governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) fez vigília na noite desta terça-feira em frente à superintendência da Polícia Federal, onde o governador está preso. Eles ficaram por cerca de uma hora no local.

Munidos de cânticos católicos e um megafone, as cinco pessoas conseguiram chamar a atenção de Arruda, que abriu a janela para espiar o que ocorria do lado de fora da Polícia Federal. Rezaram o "Pai nosso", cantaram de mãos dadas e distribuíram palavras de elogio ao governo Arruda.

As aparições de Arruda na janela são raras. Durante todo o dia, dezenas de motoristas passam em frente da superintendência da Polícia Federal buzinando e xingando Arruda de "ladrão"--além de pedirem panetones.

No megafone, o servidor comissionado do governo do Distrito Federal, Vicente de Paulo, cantava palavras de apoio ao governador. "Nós sabemos o que está acontecendo e somos solidários", disse. "Deus é justiça, não é justiceiro", completou.

Vicente de Paulo diz que é amigo de Arruda desde 1992 e que a visita não tem nada a ver com o cargo comissionado que tem no governo. O colega de Arruda, entretanto, se recusou a responder se o governador era inocente. O governador é acusado de chefiar e embolsar 40% das propinas do mensalão do DEM. "Não estou falando que ele é inocente, eu não faço julgamento".

Por volta das 19h, Arruda recebeu a visita da esposa, Flávia. Foi a quarta vez que a primeira-dama se encontrou com o marido preso. Ela levou o jantar de Arruda, mas a Polícia Federal não confirma se eles jantaram juntos. Antes, ele tomou banho de sol por 15 minutos, escoltado por agentes.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

LULA CEDE À IGREJA, AO RETROCESSO, AO OBSCURANTISMO!



Lula colapsou diante da máfia da Igreja Católica.
Aquela mesma Igreja que acendeu as fogueiras da Inquisição (quase um milhão de assassinatos na Idade Média e Renascimento), que apoiou o genocídio de negros e índios, que deu apoio ao Nazi-Fascismo (Hitler, Mussolini, Franco, Pinochet), que patrocina a pedofilia e os padres que trepam com homens e mulheres (e a Igreja fecha os olhos defendendo este celibato cretino!), etc.
A Igreja precisa de miseráveis para suas "missões santas". Precisa de meninos de rua, de pedintes, de mulheres desgraçadas por gravidezes indesejadas. A Igreja precisa do sofrimento alheio. Sem ela não há legitimização deste Cristo mágico e do Deus invisível que a cristandade inventou.
Abaixo, reproduzimos notícia que saiu na imprensa, ansiosa por detonar o Plano Nacional de Direitos Humanos.
Sentimo-nos envergonhados em ver uma imprensa que apóia religiosos e militares no retrocesso da História. Lutamos tanto contra o regime militar para ster este quadro desalentador dos órfãos dos porões!
Vergonhoso ... !

MATÉRIA RETIRADA DE:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u677857.shtml

APÓS REAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA, LULA RECUA SOBRE DEFESA DO ABORTO

Depois da reação da Igreja Católica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou rever o trecho pró-aborto no decreto do 3° Plano Nacional de Direitos Humanos, alegando que ele não traduz a posição do governo, informa reportagem da colunista Eliane Cantanhêde, publicada nesta terça-feira (12) pela Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Pela nova redação, o texto deverá fazer uma defesa genérica do aborto, no contexto de saúde pública --para salvar a vida da mãe, por exemplo. Também haverá alterações na parte que trata da violação de direitos humanos na ditadura.

Como foi publicado pelo "Diário Oficial da União", no dia 22 de dezembro, o plano estabelece "apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos".

Na nova redação, será suprimida a parte que fala da autonomia, pois caracteriza apoio à decisão íntima de interromper a gestação, mas não é a posição do governo e de Lula.

Na última sexta-feira (8), d. José Simão, bispo de Assis (SP) e responsável pelo Comitê de Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que congrega as dioceses do Estado de São Paulo, disse que a igreja vê as iniciativas do plano como uma "atitude arbitrária e antidemocrática do governo Lula".

Polêmica

A polêmica sobre o Programa de Direitos Humanos teve início no final do ano passado, quando os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, ameaçaram pedir demissão caso Lula não revogue o trecho do programa que cria a Comissão da Verdade para apurar torturas e desaparecimentos durante o regime militar (1964-1985).

Vannuchi, por outro lado, também ameaça entregar o cargo se Lula recuar no teor do programa. Em entrevista à Folha, o ministro disse que é "um fusível removível" no governo e pedirá demissão caso o texto seja alterado para permitir a investigação de militantes da esquerda armada durante a ditadura militar --como exigem Jobim e as Forças Armadas.

Ele condena a tentativa de colocarem no mesmo nível torturadores e torturados. Uns agiram ilegalmente, com respaldo do Estado, os outros já foram julgados, presos, desaparecidos e mortos, comparou o secretário, citando o próprio presidente Lula, que foi julgado e condenado a três anos (pena depois revista) por liderar greves no ABC paulista.

O plano também foi criticado pelo ministro Reinhold Stephanes (Agricultura), pela CNA (Confederação Nacional da Agricultura) e pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Os militares classificaram o documento como "excessivamente insultuoso, agressivo e revanchista" às Forças Armadas, enquanto Vannuchi defende investigações de torturas cometidas por militares.

Lula está no meio do fogo cruzado entre a área militar e Vannuchi para decidir o que fazer em relação ao programa.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

DIGA SIM À VIDA!



diga SIM à VIDA, dizendo NÃO ao PAPA!!!